quarta-feira, 18 de abril de 2012

Como essa semana falei sobre a indisciplina em sala de aula, achei esse artigo na internet nesse site:http://www.ceped.ueg.br/anais/IIedipe/pdfs/propostas_pedagogicas_para.pdf  muito interessante.


Propostas pedagógicas para indisciplina em sala de aula

BRETTA, Lívia Cristina
160

BUENO, Ivonete
161

A indisciplina em sala de aula é uma temática que necessita ser estudada e discutida, pois ela

representa

um fenômeno moderno, polêmico e considerado um dos principais obstáculos da educação por alguns estudiosos

deste tema. A presente comunicação tem como objetivo analisar as possíveis causas da indisciplina em sala

de aula de acordo com a crença da professora e dos alunos e apontar perspectivas pedagógicas para esta questão.

Essa pesquisa é de natureza qualitativa e de base teórico-empírica. Os participantes são uma professora e

trinta alunos do 4° ano do Ensino Fundamental de uma escola púlica da cidade de Anáolis-GO. Este estudo

estáfundamentado teoricamente pelos estudos dos autores Aquino (1996); Ferrari (2005); Piaget (1994); Rego

(1996); Vasconcellos (1994), entre outros autores que problematizam questõs de indisciplina em sala de aula.

O corpus da pesquisa constitui-se da aplicaçã de um questionáio destinado aos alunos e àprofessora. A anáise

dos questionáios permitiu-nos compreender a crenç (Barcelos, 2006) da professora e dos alunos a respeito

da indisciplina bem como apresentar propostas pedagóicas que minimizem esse problema.

PALAVRAS-CHAVE:
Alunos. Professora. Indisciplina. Sala de Aula.

Introdução

Esta pesquisa surgiu da preocupação em compreender as razões da indisciplina em sala de aula, visto

que, muitos professores temem assumir uma classe, devido o mau comportamento dos alunos. Acredita-se que

esse estudo pode ser relevante na medida em que trouxe a análise das crenças a partir das teorias, permitindo

assim, que os interessados na temática, reflitam sobre suas próprias crenças. A presente pesquisa configura-se

a partir dos seguintes objetivos: pontuar causas da indisciplina conforme a crença da professora e dos alunos e

apontar práticas pedagógicas que visem minimizar o problema.

Assim, este artigo organiza-se da seguinte maneira: a princípio tem-se o aporte teórico, em seguida

expõe-se a metodologia empregada para o estudo desenvolvido, depois é realizada a análise dos resultados

obtidos até o presente momento, visto que, a pesquisa está em andamento e, finalmente apresenta-se as conclusões

que puderam ser alcançadas até o momento.

Aporte teórico

Passos (1996) assinala que a indisciplina está firme no cotidiano escolar. Sendo um problema escolar

cabe a essa instituição ensinar a disciplina como qualquer outro conteúdo afirma Macedo (2005). Piaget (1994)

fala também sobre o ensino da disciplina, visando à construção desse comportamento. Nunes (2006) compreende

que o ambiente familiar influencia no comportamento do sujeito. Rego (1996) compartilha dessa mesma

visão acrescentando a ela o ambiente escolar.

160 Graduanda em Pedagogia da Universidade Estadual de goiás - UEG

161 Orientadora Professora Mestre da Universidade Estadual de goiás - UEG

Aquino (1996) assevera não ser possível apontar uma e outra instituição como responsáveis pela indisciplina

porque ela se configura um fenômeno transversal às unidades conceituais: professor/aluno/escola,

quando tomadas isoladamente. Para Vasconcellos (1994), um comportamento indisciplinado é qualquer ato ou

omissão que vai de encontro aos princípios do regulamento interno ou regras básicas estabelecidas pela escola,

pelo professor ou pela comunidade. Todavia, ir contra a indisciplina à base humilhação, esta ao invés de prevenir

delitos, os promove. A saída é reforçar no aluno, o sentimento de sua dignidade como ser moral. (TAILLE,

1996).

Metodologia

Este trabalho é de caráter teórico-empírico e descritivo-interpretativo, o mesmo tomará a indisciplina

como objeto de estudo e os informantes (professora e alunos) como sujeitos. Os sujeitos desta pesquisa são uma

professora e trinta alunos do 4° ano do Ensino Fundamental de uma escola púlica da cidade de Anáolis-GO.

Neste estudo, optamos pelo questionáio como instrumento de coleta de dados. Como essa pesquisa

encontra-se em fase de desenvolvimento, nos centramos na anáise de apenas uma questã a qual considerouse

abrangente por desvelar a crenç do que seja indisciplina.

Apresentação e análise dos dados

A seguir organizou-se em tabela uma questão bem como as respostas

162 dos alunos163 acerca do conceito

de indisciplina. Em seguida, apresentou-se em gráfico os resultados quantitativos e finalmente realizou-se

análise desses dados à luz das teorias. Algumas respostas dos questionários aplicados à professora também

foram analisadas no decorrer deste estudo.

1. O que é indisciplina para você?

Primeiro Grupo:

Bagunça

Aluno A:

A indisciplina para mim e quando uma pessoa não faz tarefa na sala de aula briga quando chinga

outro quando grita.

Aluno B

: Bagunça, brigar, chingar.

Aluno C:

Bagunça professora manda senta e eles não obedecem.

Aluno D

: Roubar, brigar, fazer baguça.

Aluno E:

Par min indiciplina e brigar comversar na sala

162 As respostas foram transcritas com fidelidade o que justifica os equívocos ortográficos, de concordância verbal e nominal, de acentuação e de

pontuação.

163 Para preservar a identidade dos sujeitos colaboradores da pesquisa os alunos foram denominados por letras do alfabeto e não foi colocado o nome

da professora.

Aluno F:

Baguça.

Aluno G:

Er fazer bagumsa derubar as coisas gritar etc.

Aluno H:

Baqusa, não fazertarefa

Aluno I:

Barulho, bagunsa e correria em sala de aula

Aluno J:

Indisciplina e baguça e brigar e grita e fazer barui.

Aluno L:

guando conversa e guando faez, bagunça na sala de aula

Segundo Grupo:

Depredação

Aluno A:

E bagumça de briga-jogar papel-rancas as massinhas dos vidros das Escola.

Aluno B:

Enão respeita a professora e bater nos colegas joga lixo no meio da sala de aula rabiscar o cadro

derrubar as cateira ficar ameaçandor os colegas e querendo entrar nas conversas dos colegas.

Terceiro Grupo:

Descumprimento de normas

Aluno A:

e indisciplina e comversa auto e levata toda ora e grita toda ora e xiga

Aluno B:

R: Teimar levantar todas as horas, não respeitas a professora lancha na hora errada

Os alunos do primeiro grupo, representando 74% possuem a crença de que indisciplina significa

bagunça

. Já o segundo grupo 13% entende como depredação. O terceiro grupo assinala como descumprimento

de normas.

74%

13%

13%

Bagunça

Depredação

Descumprimento de

Normas

FIGURA 1

Nos depoimentos do primeiro grupo é possível observar que a indisciplina pode ser compreendida

como:

briga, xingamento, conversa roubo, gritos, desobediência com ênfase à bagunça e à briga. Geralmente

é essa a tradução de indisciplina para o meio educacional.

Na crença dos alunos A e H indisciplina significa

não fazer tarefa.

Aluno A:
A indisciplina para mim e quando uma pessoa não faz tarefa na sala de aula briga quando

chinga outro quando grita.

Aluno H:
Baqusa, não fazertarefa

Compreende-se que para os alunos o fato de não se realizar as atividades propostas em si não gera

problemas indisciplinares. Esses desencadeiam a partir do momento em que o aluno deixa de fazer a tarefa e

interfere negativamente no andamento da aula.

Dessa forma, o aluno que não realiza os deveres torna-se um problema para a classe, visto que além de

prejudicar a ele próprio, interfere no processo de aprendizagem dos demais discentes, resultando em desrespeito

por si e pelo outro.

Vale ressaltar que não adianta obrigar o aluno a respeitar o colega. A imposição do respeito bem como

de outros valores, além de regras não levam a criança a construir atitudes morais. Somente a cooperação progressiva,

a levarão a entender o verdadeiro valor de tais regras no estabelecimento de relações. (Piaget, 1994).

Para a professora indisciplina possui dois significados: a falta de participação dos alunos nas aulas e agressão

verbal ou física:

Professora: A indisciplina ocorre quando alunos não conseguem participar das aulas; agressão

verbal ou física com professor, colegas e funcionários da escola.

Nessa perspectiva Vasconcellos (1994), entende que indisciplina é qualquer ato ou omissão que vai

de encontro aos princípios do regulamento interno ou regras básicas estabelecidas pela escola, pelo professor

ou pela comunidade. Na crença dos alunos do segundo grupo indisciplina parece ser sinônimo de depredação.

Pode-se dizer que essa abordagem se refere a negação da ordem, o aluno B, afirma:

Enão respeita a professora e bater nos colegas joga lixo no meio da sala de aula rabiscar o cadro

derrubar as cateira ficar ameaçandor os colegas e querendo entrar nas conversas dos colegas.

O aluno que age dessa maneira é rebelde, indiferente e sem limites. Sabemos que com a referida desordem

torna-se impossível alcançar o objetivo do ensino e da aprendizagem e esse precisa ser concretizado,

pois, “o acesso pleno àeducaçã ésem dúida, o passaporte mais seguro da cidadania, para alé de uma sobrevivêcia

míima, àmercêdo destino, da fatalidade enfim.” (AQUINO, 1996, p. 48). Para o terceiro grupo

de alunos, levantar, gritar e lanchar na hora errada éindisciplina. Ou seja, desobediêcia à regras.

Torna-se necessáio negociar à regras entre alunos e professora. Aquino (1996) orienta que precisa

haver clareza e fidelidade à regras estabelecidas, alé de flexibilidade para mudançs, visto que o aluno

obriga os professores a repensarem suas práicas. Observadas as crençs a respeito do que seja indisciplina,

questionamos professora se ela acredita que se pode ensinar a disciplina. Ao que ela respondeu:

Acredito que a disciplina pode ser ensinada, primeiramente pelos pais ou responsáveis (em casa), pois

são eles a base que pode estruturar a personalidade dos indivíduos, no caso os alunos.

Para Macedo (2005) a disciplina é como qualquer outra competência escolar deve ser ensinada pelo

professor e não pela família como a professora acredita. Observa-se que a professora compartilha da visão de

Nunes (2006), para esse autor o ambiente familiar constitui o berço do ensino/aprendizagem, onde o sujeito

pode ser influenciado negativa ou positivamente.

Algumas considerações

Neste trabalho investigou-se sobre o conceito de indisciplina de acordo com as crenças da professora e

dos alunos e na visão dos autores. Puderam-se perceber alguns dos motivos que geram indisciplina: não fazer

tarefa e conversar na aula. Até o presente momento propõem-se algumas medidas pedagógicas que podem

ajudar a minimizar problemas de indisciplina em sala de aula.

De antemão afirma-se que não se pode lutar contra a indisciplina à base humilhação, esta ao invés

minimizar o fenômeno

, o acentua. Um dos caminhos seria é reforçar no aluno, o sentimento de sua dignidade

como ser moral. (TAILLE, 1996). Com vistas a manejar a indisciplina, é preciso rever os vínculos da relação

professor e aluno, sobretudo a maneira que um se posiciona perante o outro, relações de respeito, afeto, compromisso

social. (AQUINO, 1996).

Referências Bibliográficas

AQUINO, Júlio Groppa. A desordem na relação professor aluno: indisciplina, moralidade e conhecimento.

In:_____.

Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1996.

GARBUIO, Luciene Maria. Crenças sobre a língua que ensino: foco na competência implícita do professor de

língua estrangeira. In: ABRHÃO, Maria Helena Vieira. BARCELOS, Ana Maria Ferreira (Orgs). Crenças e

Ensino de Línguas. Campinas, SP: Pontes Editores, 2006.

MACEDO, Lino de. Disciplina é um conteúdo como qualquer outro.

Nova Escola, São Paulo: n. 183, p. 24-26,

jun./.jul. 2005. Entrevista concedida a Márcio Ferrari.

NUNES, Alberto. Indisciplina na Sala de Aula- Uma reflexão a partir da realidade. [online] Disponível na

Internet via www.

URL:http://www.google.com.br/search

PASSOS, Laurizete Ferragut. A indisciplina e o cotidiano escolar: novas abordagens, novos significados. In:

AQUINO, Júlio Groppa.

Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1996.

PIAGET, Jean. A coação adulta e o realismo moral. In: ____.

O Juízo Moral na Criança. São Paulo: Summus,

1994.

REGO, Teresa Cristina. A indisciplina e o processo educativo: uma análise na perspectiva vygotskiana. In:

AQUINO, Júlio Groppa. (Org.)

Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus,

1996.

TAILLE, Yves de La. A indisciplina e o sentimento de vergonha. In: AQUINO, Júlio Groppa. (Org.)

Indisciplina

na escola: alternativas teóricas e práticas

. São Paulo: Summus, 1996.

VASCONCELLOS, Celso dos Santos.

Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de

aula e na escola. São Paulo: Libertad, 1994.

terça-feira, 17 de abril de 2012

O que dizer sobre os objetos de aprendizagem (AO)?
            Os objetos de aprendizagem foi algo que surgiu pela necessidade de acompanhar o nosso mundo. Com tantas novas tecnologias como computadores, celulares, Iphones, Ipeds, etc. Viu-se necessário algo novo também para a educação, pois os alunos que temos hoje em sala de aula nascem alunos das novas tecnologias.
            A escola viu-se obrigada a modificar suas aulas em quadros negros e em livros, pois os alunos não estavam mais se interessando por tais conteúdos e tais aulas, afinal hoje em dia você abre um computador e lá está o que você quer através da nossa famosa internet e do nosso site preferido o Google.
            Tendo essa dificuldade para chamar a atenção dos alunos então a escola começou a botar computadores, e etc, mais não sabia realmente como utilizar essas tecnologias para algo pedagógico, o professor não tinha o controle e os alunos só entravam em sites de diversão, foi então para ajudar os professores que surgiu os Objetos de aprendizagem.Que são vários sites de educação, com jogos atividades, ou até outras coisas que possuam a tecnologia mas que sejam voltados para a pedagogia, para a aprendizagem.
Aqui temos alguns sites que possuem os OAs:
B) No portal do professor nós podemos encontra vários sites legais, mais achei esse que é divertido, tornando a aprendizagem assim mais gostosa : http://www.cbpf.br/~eduhq/index2.html o nome do site é: EDUHQ Educação Através de Histórias em Quadrinhos.

Os desafios da indisciplina em sala de aula e na escola.


Celso dos S. Vasconcellos


Nos últimos tempos, os problemas de indisciplina em sala de aula têm se agravado. Diversos são os motivos, o que exige reflexão e busca de soluções.
Nesse texto, o autor expõe aspectos importantes para pensarmos a questão da disciplina na escola. Segundo ele, será a partir da reflexão do professor sobre a sua prática, e uma possível mudança na sua forma de atuar, que se poderão transformar os comportamentos na escola.
O autor apresenta uma série de sugestões e caminhos interessantes que podem orientar esse percurso de reflexão e mudança.
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" Acreditamos profundamente no professor; hoje ele pode ter um papel revolucionário (ainda que correndo o risco, ao afirmarmos isto, de sermos chamados de 'jurássicos', de utópicos). Esta onda neoliberal, que está aí quebrando todas as esperanças, tem muitos interesses não explicitados. O professor lida sim com a esperança, com a utopia; isto faz parte da essência do seu próprio trabalho."
"Sem autoridade não se faz educação; o aluno precisa dela, seja para se orientar, seja para poder opor-se (o conflito com a autoridade é normal, especialmente no adolescente), no processo de constituição de sua personalidade. O que se critica é o autoritarismo, que é a negação da verdadeira autoridade, pois se baseia na coisificação, na domesticação do outro."
"Sentimos necessidade de apontar para a mudança de enfoque: em vez de culpa, é preciso falarmos de responsabilidade. A culpa, por ser de 'fora para dentro', leva ao julgamento e à atitude de defesa, de transferência, de procurar jogar novamente para fora, buscando outro culpado; a preocupação maior acaba ficando em achar o culpado e não em resolver o problema. A responsabilidade, por ser algo mais de 'dentro para fora', chama para a ação, para o compromisso com a superação."
Publicação: Série Idéias n. 28. São Paulo: FDE, 1997
Páginas: 227-252
Se quizer ler o texto na integra acesse: http://www.crmariocovas.sp.gov.br/amb_a.php?t=014

terça-feira, 10 de abril de 2012

Competência...

Trarei hoje esse texto sobre competência, pois é muito importante que a tenhamos. Ontem na nossa sala de aula estavamos conversando sobre isso, e sobre como a incopetência de um professor influência na vida de um aluno o prejudicando. Por isso se você escolheu essa profissão, trabalhe com amor, competência, sempre pronto para ensinar e aprender, lembre-se sempre um médico pode salvar ou matar uma pessoa e nós como professores podemos ensinar ou matar a mente de um aluno...


Competência profissional: o que é isso?

Competência profissional remete à idéia de capacidades, soma de conhecimentos ou habilidades na prática profissional. A expectativa é de que o profissional dotado de competência encontre mais facilidade para se colocar no mercado de trabalho.

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Mas ainda assim o termo continua vago: que capacidades são essas? quem define essas capacidades? essas capacidades atendem o interesse e a vontade de quem?

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É preciso então fazer pelo menos duas separações:




  • a competência profissional que as empresas querem e precisam de seus funcionários. São competências voltadas para o atendimento das necessidades empresariais urgentes. O atendimento das necessidades por parte do profissional, entretanto, não garante estabilidade empregatícia. Nesse caso, a empresa é quem julga se alguém é competente ou não, a seu critério e arbítrio. Sucesso ou fracasso em matéria de competência depende exclusivamente do próprio individuo, como diz Gilles Lipovetsky (em "A cultura mundo"). O que pode gerar angústia, baixa autoestima e autodesvalorização.




  • a competência que garantirá ao profissional sobreviver a longo prazo num mercado de trabalho que muda a todo instante. É a competência que garantirá a sobrevivência profissional não apenas em um, mas em vários postos de trabalho ao longo da vida. E simultaneamente a competência que garantirá satisfação pessoal no trabalho e realização profissional. Nesse caso, a competência também é construida pelo próprio profissional, porém a seu critério e juizo, no atendimento de seus próprio interesses e vontades.

A competência, portanto, parece também uma questão de conciliação e articulação entre o que o mercado de trabalho quer de determinado profissional e o que ele quer para si próprio. Ao atender o que o mercado de trabalho precisa, ele resolve uma questão de curto prazo, que é arrumar trabalho. Mas ao planejar sua carreira a longo prazo, ele resolve várias outras questões, como atendimento de seus próprios interesses e vontades, a estabilização profissional e a realização pessoal.